Agronegócios

Quais as vocações do estado do Rio de Janeiro? Que políticas são necessárias para fomentar o desenvolvimento desse setor? Como garantir o abastecimento nos grandes centros, desenvolver os pequenos negócios e a agricultura sustentável no território fluminense? Esses são alguns dos temas debatidos pela Câmara Setorial de Agronegócios do Fórum. Nesse histórico de notícias é possível conhecer um pouco mais sobre o que pensam a academia e o setor produtivo a respeito dos desafios e gargalos que precisam ser vencidos no território fluminense.
  • Intercâmbio de experiências mostra desafios da implantação do Selo Arte no estado do Rio

    Desde a regulamentação da lei que criou o Selo Arte, para alimentos artesanais de origem animal, em julho de 2019, cinco estados, além do Distrito Federal, já estão concedendo a certificação, caminho que o Rio de Janeiro também quer trilhar. Visando contribuir com esse processo no território fluminense, o Fórum da Alerj de Desenvolvimento Estratégico promoveu nesta quarta-feira (23/09) um intercâmbio de experiências com estados que já estão autorizados pelo Ministério da Agricultura (MAPA) a conceder a certificação, como Espírito Santo, Santa Catarina e Minas Gerais. O Selo Arte abre a possibilidade para os produtores artesanais acessarem novos mercados, aumentando a renda e agregando valores aos seus produtos.

  • Fórum promove intercâmbio de experiências sobre alimentos artesanais do Brasil

    No dia 23 de setembro, o Fórum da Alerj de Desenvolvimento Estratégico realizará um painel para conhecer as experiências de outros estados na concessão do Selo Arte. O objetivo do encontro, que acontece das 10h às 12h, é conhecer um pouco mais sobre o processo trilhado por esses estados para inspirar a construção e definição do que é o artesanal fluminense. O evento será transmitido ao vivo pelo canal do Fórum no YouTube. O evento ocorre na mesma semana em que a Alerj analisa o PL 893/2019, que dispõe sobre a produção e comercialização de queijos artesanais do estado do Rio de Janeiro.

  • Logística e conectividade são os principais gargalos do agronegócio na pandemia

    Em meio à crise do novo coronavírus, a agricultura fluminense encontrou maneiras de se reinventar. Com as medidas de isolamento social, muitos produtores, especialmente os pequenos, ficaram sem conseguir escoar a produção. Porém, as semanas de agonia do início da pandemia se transformaram em oportunidades. Para os especialistas, o uso das ferramentas digitais como canais de vendas e a articulação de diversos atores do setor para solucionar a questão logística foram fundamentais para reverter esse quadro e garantir o abastecimento da população fluminense. Mas a expansão do mercado ainda esbarra em questões de infraestrutura, como a falta de conectividade, e são gargalos para o desenvolvimento da atividade agrícola no estado. O tema foi debatido nesta quarta (16/09), durante um painel virtual realizado pela Câmara de Agronegócios quando foram apresentadas algumas iniciativas bem-sucedidas durante esse período. O encontro pode ser assistido na íntegra aqui.

  • Oportunidades e desafios do agronegócio com a pandemia serão temas de painel

    Conhecer as iniciativas bem-sucedidas que ajudaram o setor de agronegócios a enfrentar os impactos da pandemia é o objetivo da próxima reunião virtual da Câmara Setorial de Agronegócios, que ocorrerá nessa quarta-feira (16/09). No encontro também serão abordadas as boas práticas, além de redes de apoio que se formaram durante esse período, que precisou se reinventar. O evento será das 10h às 12h, com transmissão ao vivo pelo canal do Fórum da Alerj de Desenvolvimento Estratégico no YouTube.

  • GT Selo Arte apresentará experiências estaduais na concessão do Selo Arte

    O grupo de trabalho criado para debater o Selo Arte no Rio de Janeiro irá promover no dia 23 de setembro um intercâmbio de experiência entre os estados que já estão concedendo a certificação. O intuito do encontro, que será realizado por videoconferência, será conhecer um pouco mais sobre o processo vivenciado pelos estados e inspirar a construção e definição do que é o artesanal fluminense. O painel também contará com a participação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), além de produtores que já contam com o Selo.

  • Boas práticas do setor da agricultura na pandemia serão apresentadas em painel do Fórum

    Em meio à crise do novo coronavírus, a agricultura fluminense encontrou maneiras de se reinventar. As oportunidades, aprendizados e desafios trazidos pela pandemia serão temas de um painel virtual no dia 16 de setembro, das 10h às 12h. Na ocasião, serão apresentados casos de sucesso e boas práticas, além de redes de apoio que se formaram durante esse período. A sugestão do debate foi trazida pelos membros da Câmara Setorial de Agronegócios, em reunião realizada por videoconferência nesta quarta (19/08).

  • Implantação do autocontrole pode elevar agroindústria de produtos animais do RJ a novo patamar

    Entrou em vigor nesta segunda (04/05) resolução da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento que torna obrigatória a implantação e a implementação dos programas de autocontrole pelos estabelecimentos agroindustriais registrados ou relacionados no Serviço de Inspeção Estadual do Rio de Janeiro (SIE/RJ). A partir de agora, todos os estabelecimentos passam a ter de controlar cada um dos processos envolvidos na produção de alimentos, assegurando a qualidade higiênico-sanitária de seus produtos. Para equalizar o conhecimento dos produtores sobre os programas de autocontrole e suas ferramentas, o Fórum de Desenvolvimento do Rio realizou num workshop on-line com o auditor fiscal federal agropecuário Luis Eduardo da Silva, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que tirou as dúvidas dos participantes. A palestra foi transmitida ao vivo pelo canal do Fórum no Youtube e teve ao longo das três horas mais de 1,6 mil visualizações.

  • Adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção torna-se prioridade para Secretaria de Estado de Agricultura

    O estado do Rio já avança nos mecanismos de inspeção e controle para adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), condição fundamental para que os produtos fluminenses ganhem mercado e possam ser comercializados em todo o país. Segundo o Superintendente da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), Paulo Henrique Moraes, o tema foi definido como prioritário no planejamento estratégico da pasta para esse ano. “Estamos em processo de adesão com os documentos sendo analisado pelo Ministério da Agricultura (MAPA). A intenção é conseguir finalizar os procedimentos no menor prazo possível”, afirmou Moraes durante o encontro virtual do grupo de trabalho do Selo Arte, realizado nesta quinta, (16/04) e que reuniu 80 pessoas entre técnicos da SEAPA, MAPA, Firjan, produtores rurais e médicos veterinários. O encontro pode ser assistido na íntegra clicando qui.

  • Especialistas sugerem ações para fortalecer setor agrícola e de logística durante pandemia

    O isolamento social como medida de prevenção não afetou diretamente o campo, onde as propriedades já são distantes umas das outras. Isso de certa forma tem ajudado a manter a produção e a população abastecida nesse momento. Porém, a médio prazo, o setor também será duramente afetado pela recessão, que implicará diretamente na rentabilidade do produtor rural. “A cadeia mais impactada até o momento na comercialização é a de floricultura com perdas consideráveis com a não realização de eventos, como casamentos, festas e até funerais”, explicou  o coordenador de programas especiais do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e vice-presidente da Federação de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro Maurício Salles, um dos convidados do quarto painel de Impacto do Novo Coronavírus na Economia Fluminense, realizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, órgão da ALERJ, na manhã dessa quinta-feira (09/04). Acesse a integra do seminário aqui

  • Estado avança na adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção (Sisbi)

    O grupo de trabalho do Selo Arte, criado para debater a regulamentação dos produtos artesanais no estado do Rio de Janeiro, gerando oportunidades para os pequenos produtores rurais fluminenses, se reuniu virtualmente nesta terça-feira (24/03) para compartilhar informações e boas notícias. Dentre elas, a que o Rio de Janeiro vem se estruturando em estreita articulação com o Ministério da Agricultura para aderir ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA). Em relação ao Selo Arte, a secretaria de Agricultura do estado encomendou um estudo sobre os produtos artesanais do estado do Rio de Janeiro.

  • Câmara aborda oportunidades para o estado com a regulamentação da cannabis medicinal

    A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou no início de março o projeto de lei que autoriza o estado a implementar uma política de prevenção da saúde e produção de pesquisas científicas com a cannabis medicinal. O texto agora aguarda a sanção do governador Wilson Witzel. Para especialistas, o desenvolvimento dessa cadeia trata-se de uma grande oportunidade para o estado. O tema foi debatido nesta quarta (18/03) na primeira reunião da Câmara Setorial de Agronegócios em 2020.

  • Novas tecnologias ampliam coleta de dados do Censo Agro 2017

    A tecnologia foi uma das grandes aliadas do Censo Agropecuário de 2017. Novas técnicas como o georreferenciamento e o armazenamento das rotas dos estabelecimentos foram incluídas nos dados da pesquisa que já está disponível na íntegra aqui. As novidades foram apresentadas hoje (12/11), pelo gerente-técnico responsável pelo Censo Agropecuário, Antonio Florido, durante a reunião conjunta entre a Comissão de Agricultura, Pecuária e Políticas Agrária e Pesqueira da ALERJ, presidida pelo deputado João Peixoto, e o Fórum de Desenvolvimento do Rio, representado pela secretária-geral Geiza Rocha.

  • Instituições poderão apresentar emendas ao Orçamento de 2020

    O Projeto de Lei 893/2019, que dispõe sobre a produção e comercialização dos queijos artesanais do estado, em tramitação na ALERJ, voltou a ser debatido nesta quinta (31/10) na Câmara Setorial de Agronegócios. Após receber contribuições de seus membros e de técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o grupo se reuniu novamente com o deputado Luiz Paulo (PSDB), autor do PL, para conhecer o novo texto com as sugestões que serão acrescentadas como emendas quando o projeto entrar em pauta. Durante o encontro, o deputado abriu a possibilidade de o grupo também apresentar emendas a serem incluídas no Orçamento destinado à Secretaria de Estado de Agricultura em 2020. 

  • Projeto sobre queijos artesanais do Rio recebe contribuições do Fórum

    A Câmara de Agronegócios do Fórum de Desenvolvimento do Rio reuniu-se nesta quarta-feira (18/09) com o deputado Luiz Paulo (PSDB), autor do Projeto de Lei 893/2019, que dispõe sobre a produção e comercialização dos queijos artesanais do estado que está tramitando na Alerj. O projeto recebeu contribuições dos membros da câmara e de técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) dando continuidade ao debate sobre a adoção do Selo Arte no Rio de Janeiro.

  • Rio de Janeiro começa a definir o conceito de artesanal

    Avança a discussão sobre a criação de uma lei estadual que defina o conceito de produto artesanal de origem animal no Rio de Janeiro. Nesta quarta-feira (14/08), o grupo de trabalho do Selo Arte debateu o papel dos consórcios intermunicipais no fortalecimento do sistema de inspeção e na adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção (Sisbi). Também ficou definido que será dada sequência à construção de uma legislação estadual que defina o conceito de artesanal. No dia 29 de agosto essa será a pauta da reunião da Câmara Técnica de Defesa Agropecuária, do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (Cedrus). Segundo o coordenador da câmara, Virgínio Pereira, superintendente da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, há uma discussão interna no governo sobre a melhor forma de avançar nesta definição. 

  • Selo ARTE: oportunidade para os produtores rurais do estado

    O que define um produto de origem animal como “artesanal”? Após a regulamentação pelo Governo Federal da Lei 13.680/2018, que permite a venda de alimentos artesanais de origem animal como queijos, mel e embutidos para todo território nacional, chegou a hora do estado se organizar e definir exatamente este conceito. O decreto atende a uma antiga demanda dos produtores, que agora terão a chance de acessar mais mercados, aumentando sua renda e promovendo o desenvolvimento regional. Nesta terça-feira (13/08) representantes do governo estadual, gestores municipais e integrantes da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa iniciaram um debate para criar uma legislação estadual que permita aos produtores fluminenses comercializarem em todo o país.

  • Gargalos para adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção

    O principal entrave para que o estado possa aderir ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI) está na contratação de servidores para trabalhar na fiscalização. A afirmação foi feita pelo superintendente da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Virginio Pereira, que apresentou nesta quarta (09/07) um diagnóstico sobre a infraestrutura necessária para que esse passo seja dado pelo Rio de Janeiro durante o encontro do Grupo de Trabalho criado para debater o Selo Arte. Esta medida irá permitir que os produtos artesanais de origem animal elaborados no estado sejam comercializados em todo o país, beneficiando os pequenos produtores e o desenvolvimento regional. Segundo Virginio, para atender a demanda existente hoje, seria necessário contratar 38 médicos veterinários e 37 agentes de atividade agropecuária. Com a adesão ao Sisbi esse número precisaria ser ampliado.

  • Atraso do Rio na adoção de sistema brasileiro de inspeção significa perda de oportunidades no campo

    O Rio está largando atrasado e perdendo oportunidades na corrida entre os estados para participar do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi). A adesão ao mecanismo de inspeção e controle, já adotada pela maioria dos estados brasileiros, é condição fundamental para que os produtos artesanais de origem animal criados aqui possam ser comercializados em todo o país. Esta questão foi debatida nesta quinta-feira (27/06), durante o seminário “Preparando o Terreno para o Selo Arte no Rio de Janeiro”, promovido pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio. O encontro reuniu representantes do Ministério da Agricultura com mais de 50 prefeitos e secretários de Agricultura de diversos municípios fluminenses, na sede do Conselho Regional de Contabilidade.

  • Hortas urbanas para segurança alimentar

    O Rio de Janeiro tem hoje a quarta cesta básica mais cara do país, além de uma elevada importação de alimentos provenientes de outros estados que abastece os Ceasas e chegam aos mercados para serem vendidos ao consumidor final. Com apenas 3,3% da população vivendo em áreas rurais, a produção agrícola do estado não supre as necessidades de consumo. As hortas urbanas surgem então com uma saída para melhorar esse quadro e garantir a segurança alimentar. O tema foi debatido nesta terça durante o encontro da Câmara de Agronegócios e reuniu na Escola do Legislativo representantes do IBGE, Embrapa, IBGE, Emater, além da ONG AS-PTA, que atua no fortalecimento da agricultura familiar e na promoção do desenvolvimento rural sustentável no Brasil.

  • Adesão ao Sistema de Inspeção Federal é oportunidade para o Rio

    A Lei 13.680/2018, que cria o Selo Arte e permite a comercialização e fiscalização dos produtos artesanais de origem animal em todo país completou um ano no dia 14 de junho, porém ainda aguarda a regulamentação por parte do governo federal. Enquanto isso não acontece, o Fórum de Desenvolvimento do Rio criou um grupo de trabalho para debater as oportunidades que a regulamentação do selo traz para o desenvolvimento regional e para o estado. Nesta quarta (19/6), o GT voltou a se reunir para sensibilizar os municípios e os demais entes a participar do evento que será realizado no dia 27 de junho, no Conselho Regional de Contabilidade. Na ocasião, técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento abordarão a importância de o estado do Rio de Janeiro e seus municípios aderirem ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi) para atender não só os produtores artesanais, mas também os pequenos produtores rurais do estado.

  • Produção fluminense busca reagir à perda de competitividade

    Os produtos artesanais de origem animal como queijos, embutidos e mel de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo vêm ganhando o mercado fluminense graças a adesão destes estados ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), passo que ainda precisa ser dado pelo Rio de Janeiro. Ao entrarem no sistema, os estados garantem a autorização para vender seus produtos de origem animal não apenas para sua cidade ou estado, mas para todo o país. A adesão beneficia, em particular, os pequenos estabelecimentos, que geralmente enfrentam dificuldades em cumprir os requisitos burocráticos e técnicos exigidos pelo Sistema de Inspeção Federal (SIF). Sem aderir ao sistema, os produtos do Rio obrigatoriamente só podem ser comercializados no estado, impactando a sua competitividade. Para entender os entraves na fiscalização estadual e estimular que os municípios também se equipem para aderir ao Sisbi, o Fórum organizará um encontro para sensibilizar os gestores estaduais e municipais, além do Legislativo para o tema. A sugestão surgiu durante a reunião da Câmara de Agronegócios, realizada nesta terça (14/05), para debater a regulamentação do Selo Arte no estado.

  • Debate sobre uso do solo mobiliza Câmara de Agronegócios

    Um dos temas que promete mobilizar os debates da Câmara de Agronegócios do Fórum de Desenvolvimento do Rio é a entrada do estado na agenda do Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos), da Embrapa. Considerado o maior projeto de solos do mundo, seus dados irão subsidiar políticas públicas no meio rural e nas cidades, em nível nacional, estadual e municipal, trazendo diversos benefícios à sociedade. Dentre eles estão o planejamento do uso da terra para a expansão urbana, a previsão e consequente precaução de ocorrências de catástrofes nas cidades em virtude da ocupação desordenada, o planejamento do uso da terra no meio rural e o apoio à concessão de crédito agrícola além de outros.

  • Fórum criará grupo para propor lei estadual para a comercialização de produtos artesanais

    A Lei nº 13.680/2018, que tem como intuito facilitar a comercialização de produtos artesanais alimentícios de origem animal em todo território nacional, além de criar o Selo ARTE para identificá-los, voltou a ser debatida nesta quarta (19/12), na Câmara de Agronegócios do Fórum de Desenvolvimento do Rio. No encontro, os presentes concordaram em integrar um grupo de trabalho para acompanhar a regulamentação do selo e construir uma legislação estadual que defina o que é produto artesanal no Rio de Janeiro. 

  • Grupo da Câmara de Agronegócios discute a regulamentação do Selo Arte no estado

    A Câmara de Agronegócios montou um grupo de trabalho para debater as oportunidades que a lei federal 13.680/18 pode gerar para o estado. O marco legal, ainda não regulamentado, facilita a comercialização de produtos artesanais alimentícios de origem animal em todo território nacional, além de criar o Selo ARTE para identifica-los. Os primeiros passos foram definidos nesta quarta (14/11) em reunião realizada no auditório da Federação de Agricultura, Pecuária e Pesca do Estado do Rio de Janeiro. Durante o encontro ficou decidido que o grupo irá mapear as informações já existentes sobre os produtores artesanais fluminenses, além de estudar o que está sendo feito em outros estados para pensar em como avançar na construção de uma legislação que dê conta da realidade do Rio de Janeiro.

  • Desburocratização na comercialização de produtos artesanais de origem animal gera oportunidades de negócios no campo

    Facilitar a comercialização de produtos artesanais alimentícios de origem animal em todo território nacional é o intuito da Lei 13.680/18 recém-sancionada pelo governo federal. Ela transfere a fiscalização da produção e comercialização de embutidos, queijos de leite cru e mel, por exemplo, para os órgãos de saúde pública dos estados. Os produtos também passam a ser identificados por um selo único com a indicação ARTE. Pela regra anterior, os alimentos artesanais com origem animal só podiam ser vendidos fora do estado em que foram produzidos se tivessem o selo do Serviço de Inspeção Federal.

  • Levantamento do potencial do biogás em território fluminense pode gerar oportunidades para o estado

    A produção de energia a partir de biomassa apresenta um grande potencial de crescimento nos próximos anos, de acordo com os estudos de planejamento do Ministério de Minas e Energia (MME). Estados como São Paulo e Paraná já desenvolveram políticas públicas na área, com a inclusão do biogás em suas matrizes energéticas. Para que esse passo possa ser dado também no Rio de Janeiro é preciso primeiro fazer um inventário do potencial da produção de biogás do estado. A constatação foi feita nesta quarta (16/05) durante a reunião conjunta das Câmaras de Energia e de Agronegócios do Fórum de Desenvolvimento do Rio

  • Plano de Agricultura de Baixo Carbono é destaque no Fórum

    O Plano ABC-RJ de mitigação e adaptação às mudanças climáticas visando a consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura foi lançado em março pelo governo do estado. Seus principais objetivos são ampliar a adoção das tecnologias de produção sustentáveis no setor agropecuário, reduzir as emissões de GEE, contribuir com a segurança alimentar e aumentar a resiliência aos efeitos das mudanças climáticas. Os detalhes do Plano foram apresentados nesta quarta (18/04), pela coordenadora técnica do Rio Rural e representante da secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento (SEAPPA) no grupo gestor que elaborou o documento, Helga Hissa. A reunião, realizada no auditório da Federação de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro (Faerj), integrou agenda de encontros da Câmara de Agronegócios.

  • Fórum vai apresentar iniciativas de sucesso em agricultura de baixo carbono

    O setor de agricultura do estado do Rio de Janeiro responde por 5% das emissões de gases de efeito estufa. Pensando nisso, o governo do estado lançou junto a outras 11 entidades, o programa ABC-RJ, que tem como intuito ampliar a adoção das tecnologias de produção sustentáveis no setor agropecuário, consolidando a economia local e de pequenos produtores. Esse será o será o primeiro tema da Câmara de Agronegócios em 2018. A consolidação da agenda foi definida nesta quarta (14/03) em reunião realizada no Conselho Regional de Contabilidade (CRCRJ).

  • Rio Rural se junta ao Fórum no desenvolvimento de plataforma de informação com dados da agricultura familiar do estado

    O Rio Rural, Programa de Desenvolvimento Sustentável em Microbacias Hidrográficas da Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária, se juntou às entidades que compõem a Câmara de Agronegócios na construção de um sistema de informação que subsidie a tomada de decisão dos diretores das escolas estaduais na compra de alimentos da merenda escolar. O intuito da plataforma é contribuir para que o estado cumpra a lei federal sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), além de promover o desenvolvimento regional. Na reunião desta quarta (18/10), realizada no Conselho Regional de Contabilidade, o grupo sugeriu como primeiro recorte as microbacias hidrográficas do estado, consolidando as informações já disponíveis pelo Rio Rural e a Emater para compor o sistema.

  • Apoio dos municípios será fundamental na realização do Censo Agropecuário 2017

    O Censo Agropecuário 2017 do IBGE irá mapear e retratar as atividades econômicas das zonas rurais no país transformando-as em estatísticas oficiais que servirão para orientar projetos, investimentos e políticas públicas. Serão levantados dados como área, produção, características do pessoal ocupado, emprego de irrigação, o uso de agrotóxicos, entre outros. O 11º censo agropecuário do país contará dessa vez com a colaboração dos municípios. Para dar suporte às ações realizadas, cada cidade deverá implantar uma Comissão Municipal de Geografia e Estatística (CMGE), presidida por um membro do IBGE, e com a participação de representantes de todos os poderes e sociedade. O objetivo é dar suporte às equipes de recenseadores, trabalhar na divulgação, além de conscientizar a população sobre a importância da qualidade dos dados fornecidos. Caberá também às CMGEs validar os resultados antes da sua divulgação. A informação foi dada pelo gerente-técnico do Censo Agropecuário do IBGE, Antônio Florido, durante a reunião da Câmara de Agronegócios do Fórum de Desenvolvimento do Rio, realizada nesta segunda (21/08), no Conselho Regional de Contabilidade.

  • Protótipo do sistema de informação com dados da agricultura familiar do estado é apresentado no Fórum

    Levar dados dos produtores de agricultura familiar do estado até os diretores das escolas estaduais é um dos objetivos do sistema de mapeamento que está sendo desenvolvido pelo LabGis-UERJ. O programa facilita o acesso às informações sobre os produtores da região, estimulando a compra de insumos da agricultura familiar e promovendo o desenvolvimento regional.

  • Sistema de informação com dados da agricultura familiar do estado inicia projeto-piloto

    A criação de um sistema de informação que subsidie a tomada de decisão dos diretores das escolas estaduais na compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda escolar norteou a reunião da Câmara de Agronegócios, realizada nessa quarta, no Conselho Regional de Contabilidade. O encontro deu continuidade a discussão de como fortalecer o pequeno produtor rural do estado. 

  • Criação de um sistema de informação pode promover a agricultura familiar e movimentar a economia local

    Desenhar um questionário para descobrir quais são as principais dificuldades encontradas pelos diretores das escolas públicas estaduais na compra de alimentos da merenda provenientes da agricultura familiar. Esse é o próximo passo definido pela Câmara Setorial de Agronegócios em reunião realizada nesta quarta (19/04), no auditório do Conselho Regional de Contabilidade (CRC-RJ). O encontro teve como intuito debater o desenvolvimento de um sistema de informação para compartilhar dados da produção rural do estado com os diretores das escolas, responsáveis pelas compras.

  • Produtores de laticínios do estado têm reivindicações atendidas pela Alerj

    Representantes da cadeia produtiva láctea do estado que participaram do evento realizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, órgão da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quarta (15/03) saíram otimistas do auditório Senador Nelson Carneiro.

  • Fortalecimento da agricultura familiar no estado pode movimentar R$ 237 milhões ao ano

    Segundo dados da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), o Rio de Janeiro destina hoje 20,76% da verba do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) na compra de alimentos provenientes da agricultura familiar, enquanto a Lei federal n° 11.947/2009 determina que o percentual aplicado na merenda escolar seja de no mínimo 30%.

  • Gargalos para utilização da agricultura familiar na merenda escolar do estado permeiam discussão do Fórum

    Conhecer as ações da secretaria de estado de educação para o cumprimento da lei federal nº 11.947/2009, que determina a utilização de 30% dos recursos repassados pelo Fundo Nacional da Alimentação Escolar (FNDE) para a alimentação escolar, na compra de produtos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural é o próximo passo da Câmara Setorial de Agronegócios, do Fórum de Desenvolvimento do Rio, órgão da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Na reunião realizada nesta terça (19/10), a utilização de alimentos provenientes de pequenos produtores rurais na merenda escolar foi amplamente discutida como uma saída para a sustentabilidade econômica da agricultura familiar, visando ao desenvolvimento regional, além do fortalecimento desse ecossistema.

  • Agricultura familiar do estado foi responsável por 200 mil refeições sustentáveis durante os Jogos

    Das 14 milhões de refeições servidas para atletas e mídia durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, 200 mil foram exclusivamente provenientes da agricultura familiar do estado do Rio de Janeiro, grande parte delas de produção também orgânica. Os dados são de Richard Smith, analista de Conservação da WWF-Brasil e coordenador executivo da iniciativa Rio Alimentação Sustentável, que teve como objetivo apoiar o Comitê Rio 2016 na viabilização da oferta de alimentos saudáveis e sustentáveis. Smith apresentou nesta sexta (23/09) o balanço dos resultados do projeto na Alerj para os membros da Câmara de Agronegócios, do Fórum de Desenvolvimento do Rio.

  • Mais de 20 mil produtores rurais estão cadastrados no CAR, segundo INEA

    Às vésperas do prazo final de entrega do Cadastro Ambiental Rural (CAR) por produtores rurais em todo país, no dia 5 de maio, representantes do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e do Serviço Florestal Brasileiro se reuniram com os membros da Câmara Setorial de Agronegócios do Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro para informar o atual status do cadastro no estado e as conseqüências para os produtores que não entregarem o documento no prazo. 

  • Câmara vai debater temas que impactam a vida do agronegócio fluminese

    Nos próximos meses os produtores rurais fluminenses vão lidar com dois prazos importantes: dia 5 de maio é o limite para a entrega do Cadastro Ambiental Rural (CAR); e Junho é o mês em que será publicado em diário oficial do Executivo o Zoneamento Ecológico Econômico. "São dois temas que impactam diretamente na produção do estado", explica a subdiretora-geral do Fórum, Geiza Rocha.

  • imagem

    Ministério da Agricultura sugere lista de produtos fluminenses elegíveis a obtenção de indicação geográfica

    O azeite de Contrafortes da Mantiqueira, a laranja de Tanguá e o caqui e a banana do maciço da Pedra Branca estão entre os produtos apresentados por Celso Merola do Ministério da Agricultura, com potencial para Indicações Geográficas.

  • imagem

    Desenvolvimento da Região Metropolitana será foco do Fórum

    Em 2015, o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado irá incrementar ainda mais o seu caráter de centro de discussões do Rio de Janeiro. A meta é reunir as comissões permanentes da Alerj e a Casa Fluminense para debater o crescimento da Região Metropolitana.

  • imagem

    Fórum debate aceleração do Cadastro Ambiental Rural no Rio

    Na próxima quarta-feira (29/10), de 10h às 12h, a Câmara Setorial de Agronegócio do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro reunirá representantes das secretarias de Ambiente e de Agricultura do estado para conhecer o atual status do CAR.

  • imagem

    Fórum busca mecanismos para impulsionar agronegócios no estado

    Com o objetivo de promover mecanismos de mercado para facilitar o cumprimento de leis ambientais e apoiar a economia verde no estado do Rio e em todo o país, foi criada a BVRio. O coordenador da instituição, Maurício Moura Costa, apresentou os mecanismos desenvolvidos.

  • imagem

    Fórum identifica desafios para ampliar mercado de orgânicos no estado

    Os desafios dos produtores de alimentos orgânicos para os Jogos Olímpicos de 2016 foram analisados durante reunião da Câmara Setorial de Agronegócio do Fórum, nesta quinta. Para a subdiretora-geral da entidade, Geiza Rocha, a certificação e o mapeamento desses grupos são entraves a serem enfrentados.

  • imagem

    Fórum debate oportunidades do mercado de orgânicos com megaeventos

    O Fórum de Desenvolvimento do Rio reúne nessa quinta-feira, 14 de agosto, a Câmara Setorial de Agronegócios para discutir potencial e perspectivas da produção de orgânicos no estado do Rio tendo como horizonte as Olimpíadas . O encontro será às 10h no CRCRJ.

  • imagem

    Produção local de fitoterápicos será tema de seminário

    O Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado realizará um seminário para divulgar a cadeia produtiva de fitoterápicos no Rio de Janeiro. A iniciativa foi anunciada nesta segunda, durante reunião das Câmaras Setoriais de Desenvolvimento Sustentável e de Agronegócios.

  • imagem

    Micro e pequenos produtores poderão fornecer alimentos nas Olimpíadas

    Em reunião da Câmara Setorial de Agronegócio do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Rio, nesta quarta-feira (12/03), o Sebrae estimou que deverão ser servidas para atletas e outros profissionais ligados aos Jogos cerca de 160 mil refeições por dia.

  • imagem

    Subsecretário comemora geração de empregos no setor de agronegócio

    O subsecretário de Estado de Agricultura, Alberto Mofatti apresentou nesta quarta-feira (07/08) o Plano Estratégico de Agricultura da pasta. A apresentação foi feita na 3ª reunião da Câmara Setorial de Agronegócio do Fórum e o destaque foi o aumento na geração de empregos diretos e indiretos no setor.

  • imagem

    Fórum discutirá oportunidades da restauração florestal nesta terça

    Câmara Setorial de Agronegócio, que integra o Fórum, realiza nesta terça-feira uma reunião cujo tema será a restauração florestal no estado do Rio. O engenheiro agrônomo Beto Mesquita virá a Casa para debater oportunidades de desenvolvimento na área.

  • imagem

    Fórum inicia trabalho em 2013 com foco nos negócios sustentáveis

    O Fórum de Desenvolvimento do Rio vai reunir as sete câmaras setoriais no dia 19 de fevereiro, às 10h, no Auditório Senador Nelson Carneiro, para a apresentação do documento Visão Brasil 2050, produzido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável