Eventos

Realizados no Plenário da ALERJ ou em espaços externos à Casa Legislativa, os eventos promovidos pelo Fórum buscam aproximar o Legislativo dos estudos mais recentes sobre os diversos setores da economia fluminense. A transcrição completa desses encontros, galeria de fotos e cobertura da imprensa estão disponíveis nesse repositório.
  • Alerj debaterá o papel do Legislativo na implantação do 5G no estado

    A próxima geração de rede de internet móvel, o 5G, promete revolucionar o setor de serviços, aumentar a produtividade na indústria e melhorar a eficiência do setor público com o apoio da Inteligência Artificial na tomada de decisões. Toda essa mudança será possível porque o 5G usará o espectro de rádio de forma mais eficiente, com novas torres de transmissão, que permitirão que mais dispositivos acessem a internet ao mesmo tempo, transmitindo e recebendo maior volume de dados. Na segunda-feira (31/08), às 10h, o Fórum da Alerj de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio reunirá alguns dos principais atores dessa transformação do setor de telecomunicações nacional para debater o papel do Legislativo na Implantação do 5G no estado do Rio

  • Alerj debaterá impactos da reforma tributária no estado do Rio

    O Fórum da Alerj de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro e a Assessoria Fiscal da Alerj realizarão no dia 18 de agosto, das 10h às 12h, o encontro on-line “Impactos da Reforma Tributária no estado do Rio de Janeiro”. Na ocasião, um dos maiores especialistas em federalismo fiscal do Brasil, o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Sergio Gobetti, fará uma breve apresentação do estudo "Reforma Tributária e Federalismo Fiscal: Uma análise das propostas de criação de um novo imposto sobre o valor adicionado para o Brasil”.

  • Rede Legislativo Sustentável promove capacitação de compras e contratação sustentáveis

    De acordo com dados do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), as compras governamentais movimentam cerca de R$320 bilhões por ano e equivalem a 16% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O uso do poder de compra do Estado na promoção do desenvolvimento sustentável pode ser um grande impulsionador de produtos e recursos de menor impacto ambiental, estimulando novos mercados e inovações tecnológicas. No dia 26 de junho, a Rede Legislativo Sustentável promove uma capacitação à distância sobre a sustentabilidade nas compras e contratações no legislativo em tempos de pandemia. O painel será transmitido ao vivo, de 10h às 12h, pelos canais do Fórum da Alerj de Desenvolvimento Estratégico e do Senado no YouTube.

  • Série Diálogos da Sustentabilidade debate liderança e mobilização

    No segundo encontro da série Diálogos da Sustentabilidade, a Rede Legislativo Sustentável promoveu um painel sobre as estratégias de liderança na mobilização dos colaboradores e na disseminação das boas práticas. O encontro, realizado por videoconferência nesta sexta (19/06), teve como palestrante a secretária-geral do Fórum da Alerj de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio, Geiza Rocha. Durante o evento, ela destacou a responsabilidade do poder público na condução dessa agenda e importância da comunicação e suas ferramentas para trilhar uma gestão mais verde. O encontro pode ser assistido na íntegra aqui.

  • Sustentabilidade na administração pública marca Dia Mundial do Meio Ambiente na Alerj

    No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta sexta (05/06), a Rede Legislativo Sustentável, coordenada pela Câmara dos Deputados, Senado Federal e Tribunal de Contas da União, realizou uma videoconferência para debater os desafios da sustentabilidade no legislativo. O evento, promovido em parceria com a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, marcou o lançamento de uma série de quatro painéis virtuais sobre a temática que acontecerá ao longo de todo o mês de junho e na primeira semana de julho. O encontro pode ser assistido na íntegra clicando aqui.

  • Alerj coloca câmaras municipais na rota do desenvolvimento sustentável

    Vinte câmaras municipais fluminenses mais o Tribunal de Contas do Estado (TCE) aderiram nesta quinta (12/03) à Rede Nacional Legislativo Sustentável, liderada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), Senado Federal e Câmara dos Deputados. A iniciativa tem como objetivo a troca de experiências entre as casas legislativas e a capacitação de servidores para o desenvolvimento dos Planos de Logística Sustentável (PLS) dentro desses órgãos com a adoção de medidas e processos mais sustentáveis. A solenidade de adesão foi realizada no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, que integra à rede desde novembro de 2019. 

  • 500 anos da Primeira Volta ao Mundo é tema da “Síntese para tomadores de decisão”

    Em 2019 comemoramos os 500 anos da primeira volta ao mundo. A expedição marítima que cruzou o planeta e transformou para sempre a ciência náutica, a cartografia e a geopolítica mundial. A nona edição da "Síntese para Tomadores de Decisão", produzida pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, que começou a circular nesta quinta-feira (12/12) pelos gabinetes da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) destaca o legado da aventura liderada por Fernão de Magalhães. A importância do feito motivou Portugal e Espanha a apresentarem um pleito conjunto à Organização das Nações Unidas (ONU) para torná-lo patrimônio da Humanidade. A celebração da façanha motivará uma série de eventos entre 2019 e 2023, intervalo que corresponde ao período da viagem realizada há cinco séculos.

  • Estudo identifica seis setores estratégicos para o desenvolvimento do estado

    Os setores petroquímico e de energia; complexo da saúde; economia criativa; biotecnologia, indústria 4.0 e tecnologia, informação e comunicação são considerados estratégicos para o crescimento econômico do Rio de Janeiro. Esse foi resultado de um estudo elaborado pela ANPROTEC, em parceria com a Fundação CERTI e o Sebrae Nacional. A publicação sobre setores de oportunidades foi lançada nesta quinta (12/12) durante o workshop “Desafios à Inovação: sociedade, empresas e governos” em parceria com as Comissões Permanentes de Economia, Indústria e Comércio e de Ciência e Tecnologia da Alerj, o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, o Sebrae, a Anprotec e o Fortec.

  • 1ª volta ao mundo completa 500 anos com celebração na Alerj

    “Navegar é preciso, viver não é preciso”, já declamava o poeta português Fernando Pessoa. Há 500 anos teve início a primeira volta ao mundo liderada pelo também lusitano Fernão de Magalhães que transformou o curso da história. E foi no Rio de Janeiro, em 13 de dezembro de 1519, o primeiro porto da expedição nas Américas que, ao cruzar todos os oceanos, integrou povos, culturas e mercados inaugurando a globalização. Para celebrar a data e a passagem da esquadra pela Baía de Guanabara, o Fórum de Desenvolvimento do Rio realizou em parceria com a Associação Luis de Camões um evento comemorativo no Plenário da Alerj. O encontro reuniu também os cônsules de Portugal, Espanha, Uruguai, Peru, Chile e Argentina para falar sobre a contribuição da expedição para os seus países.

  • Governo vai propor atualização do Regime de Recuperação Fiscal e prorrogação do plano até 2023

     

    O Governo do Estado do Rio prepara uma proposta de atualização do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) para enviar à União. O plano, que se encerra em setembro de 2020, poderá ser prorrogado até 2023, caso a nova proposta seja acatada pelo Governo Federal. A nova medida também garante uma redução na ordem de R$ 5 bilhões no pagamento de encargos da dívida do Rio com a União. A informação foi divulgada pelo representante do Tribunal de Contas da União (TCU) no Conselho de Supervisão do Regime de Recuperação Fiscal, Paulo Roberto Pereira, durante audiência pública do Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Rio, da Assembléia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), nesta quarta-feira (06/11). 

  • Alerj recebe Reunião Estadual de Planejamento do Censo 2020

    Realizado a cada 10 anos em todo o território nacional, o censo demográfico do IBGE tem o objetivo de fazer um retrato atualizado e preciso de toda a população brasileira. Os dados coletados são fundamentais no planejamento de políticas públicas que beneficiam toda a sociedade. Mas para atingir esse objetivo, cada unidade estadual do IBGE busca o apoio da comunidade local, por meio das Reuniões de Planejamento e Acompanhamento do Censo (REPAC). Apenas no Rio de Janeiro serão abertas mais de 18 mil vagas temporárias para atuar na pesquisa, que será realizada de 01 de agosto a 31 de outubro de 2020. As informações foram divulgadas nesta terça (29/10) durante a Repac estadual, realizada no Plenário da Alerj. O encontro reuniu secretarias municipais e estaduais, sociedade e o legislativo para conhecer os detalhes da operação e dar mais transparência ao processo.

  • Bioeconomia pode alavancar desenvolvimento do estado

    Uma empresa que cria soluções para a remediação de acidentes com derramamento de petróleo ou derivados a partir de resíduos da lavoura de palmito, um fabricante de roupas que reaproveita alimentos para tingir tecidos, o projeto da Comlurb que transforma lixo em biogás e o trabalho de destinação adequada de resíduos de origem animal, oriundos do abate de bovinos, transformados em fertilizantes orgânicos. O que todas essas iniciativas têm em comum é o fato de serem exemplos de bioeconomia, ou seja, usam insumos biológicos de forma inovadora para fornecer alimentos ou desenvolver produtos industriais tornando-os mais sustentáveis. O papel da bioeconomia na oferta de soluções para a gestão de resíduos foi debatido nesta terça (22/10) no Plenário da Alerj. O seminário fez parte da Semana Lixo Zero, que esse ano acontece concomitantemente com a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Aproveitando a coincidência de datas, o Fórum de Desenvolvimento do Rio reuniu empresas e instituições que já trabalham com essa agenda para pensar de que forma elas podem contribuir para um estado do Rio mais sustentável.

  • Por uma economia mais humana

    “O Joan me fez ver o dinheiro de uma forma diferente. Eu sempre tive uma relação complicada com dinheiro e ele me fez entender que e ele tem uma função-sangue, Ele é que faz acontecer e a gente precisa estar com ele perto para fazer as coisas boas acontecerem”, afirmou o produtor cultural Perfeito Fortuna, fundador do Circo Voador e da Fundição Progresso, ao final da palestra “Fundamentos Humanos para uma Nova Economia” do catalão Joan Melé, nesta terça-feira (8/10) no plenário do Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio. Perfeito contou ainda que conheceu o pregador dos bancos éticos em Barcelona e desde então vem se reunindo com investidores para lançar um fundo de investimentos inspirado nas ideias de Melé. “Já temos até nome: Bem Fundo”, conta.

  • Um marco legal para empreendimentos do bem

    A carta que os Correios não entregam nos becos e vielas das favelas do Rio de Janeiro agora chega aos moradores de seis comunidades por meio do Carteiro Amigo, empresa que as recolhe e leva até as casas cobrando uma taxa mensal. Uma empreendedora faz sucesso produzindo sapatos a partir da fibra do coco e outra organiza a venda de artesanato e produtos orgânicos oriundos de agricultura familiar de Xerém. Estes foram apenas alguns dos exemplos de empreendimentos de impacto social e ambiental apresentados nesta terça-feira (17/09) durante o seminário “A importância do Marco Legal para o desenvolvimento dos negócios de impacto no Rio de Janeiro”, realizado no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, no Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa, pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio. O debate precedeu a entrada em pauta do Projeto de Lei 997/2019, de autoria do deputado Andre Ceciliano, que cria a Política Estadual dos Investimentos e Negócios de Impacto no Estado do Rio de Janeiro, durante sessão plenária na parte da tarde. "Temos nas diversas cidades fluminenses vários empreendedores que, insatisfeitos com a realidade que os cercam, tentam conciliar a vontade de mudar as coisas a partir de seu trabalho e dos negócios que desenvolvem. O que estamos fazendo hoje, aqui na Alerj, é olhar para eles e reconhecer que podemos, ao direcionar a construção de políticas públicas para estes negócios, impulsionar uma nova forma de produzir no estado do Rio. O projeto recebeu duas emendas que não impactaram na sua forma e voltará a discussão na quarta-feira (25/9). Ele tem um alcance social imenso e fará do Rio de Janeiro um estado pioneiro na construção de uma política que fomente esses negócios", afirma o autor deputado Andre Ceciliano (PT).   

  • Inovação como indutora da economia

    Representantes de municípios do Rio, do Legislativo fluminense e do BNDES reuniram-se hoje em torno do painel “Papel dos municípios na Inovação” durante a 17ª edição do Rio Info, principal evento dedicado ao desenvolvimento e fortalecimento dos negócios de tecnologia do estado. Organizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, a reunião conjunta da Câmara Setorial de Tecnologia e da Comissão Permanente de Ciência e Tecnologia da Alerj abriu espaço para a apresentação de projetos sobre inovação e empreendedorismo nos municípios de Petrópolis, Niterói, Maricá e Volta Redonda. Além da troca de ideias, a necessidade de um marco legal no estado sobre inovação foi apresentada pelos participantes.

  • No aniversário do Fórum, propostas concretas para tirar o Rio da crise

    Nesta quarta-feira (28/08), 112 representantes de mais de 50 diferentes entidades que se reuniram hoje (28/8) no plenário do Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa, para comemorar os 16 anos do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado. Já que a grave crise que assola o Rio de Janeiro pede urgência na busca por saídas que levem à retomada do crescimento econômico do estado, uma boa notícia é que existem diversos movimentos pensando e mobilizando a sociedade em torno de propostas concretas. E algumas dessas iniciativas foram apresentadas no encontro “Pensar e Construir o Rio – Encontro de Movimentos”, que marcou o aniversário do Fórum. 

  • Atraso do Rio na adoção de sistema brasileiro de inspeção significa perda de oportunidades no campo

    O Rio está largando atrasado e perdendo oportunidades na corrida entre os estados para participar do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi). A adesão ao mecanismo de inspeção e controle, já adotada pela maioria dos estados brasileiros, é condição fundamental para que os produtos artesanais de origem animal criados aqui possam ser comercializados em todo o país. Esta questão foi debatida nesta quinta-feira (27/06), durante o seminário “Preparando o Terreno para o Selo Arte no Rio de Janeiro”, promovido pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio. O encontro reuniu representantes do Ministério da Agricultura com mais de 50 prefeitos e secretários de Agricultura de diversos municípios fluminenses, na sede do Conselho Regional de Contabilidade.

  • Inovação agropecuária

    Películas biodegradáveis capazes de preservar um coco fresco por mais de 40 dias. Embalagens articuladas e anatômicas que contribuem para redução de perdas de frutas e legumes durante seu transporte. Entre apresentações de produtos inovadores e de parcerias institucionais, representantes de três centros de pesquisa da Embrapa com sede no estado participaram nesta quarta-feira (26/6), de mais uma etapa do projeto Casa Aberta, promovido pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, no Salão Nobre da Assembleia Legislativa.

  • Cooperativismo inaugura projeto Casa Aberta na Alerj

    Promover a interação entre as mais de 50 instituições que compõem o Fórum de Desenvolvimento do Rio e o Parlamento Estadual é o intuito do projeto Casa Aberta, lançado nesta quinta (13/06), na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O evento Rio + Coop, realizado pelo Sistema OCB-Sescoop no Salão Nobre do Palácio Tiradentes, marcou o lançamento do projeto e contou com a presença de deputados e representantes de cooperativas de diversos setores do estado.

  • Alerj pode ser protagonista de movimento por Linguagem Simples no Rio

    “Textos complicados de ler excluem milhões de brasileiros”, resumiu a jornalista e pesquisadora Heloisa Fischer durante o workshop Comunica Simples, realizado nesta quinta (06/06), na Escola do Legislativo. O evento abordou de que forma o Legislativo pode aproveitar o movimento da Linguagem Clara na produção de projetos de lei e resoluções internas e reuniu assessores parlamentares, além de representantes de outros órgãos da administração pública.

  • Alerj lança campanha de recolhimento de lixo eletrônico

    A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) lançou nesta quarta (05/06), Dia Mundial do Meio Ambiente, uma campanha de recolhimento de lixo eletrônico.  A iniciativa, realizada em parceria com o Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (TIRio), vai recolher até o dia 3 de julho computadores, impressoras, máquinas fotográficas, celulares e suas peças, em perfeito estado ou não, para serem encaminhados para destinação correta e sustentável. Todos os prédios da Alerj já contam com pontos de coletas espalhados em locais estratégicos. Segundo estudo da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o sétimo maior produtor de e-lixo do mundo e o maior da América Latina. Apenas 2% dos resíduos, porém, é reciclado.

  • Desafios do emprego: chegou a hora da ação

    Segundo o escritor português José Saramago, para ver a ilha é preciso sair da ilha. Representantes do setor produtivo, das universidades, do Sistema S e dos poderes Executivo e Legislativo do Rio de Janeiro saíram de seus espaços, entraram em seus barquinhos e puderam ver de longe como resolver os desafios do emprego no estado do Rio. Mais de 40 representantes das entidades se reuniram nesta segunda-feira, 3 de junho, em um workshop na Casa Firjan, para dar seguimento ao seminário “Desafios do emprego no estado do Rio”, promovido pelo Fórum de Desenvolvimento, em parceria com a Secretaria de estado de Desenvolvimento Econômico.

  • Futuro do emprego está na tecnologia e educação

    Para retomar o crescimento econômico do estado, e a consequente geração de emprego e renda, é preciso investir em pesquisa e em educação. A afirmação foi feita no último evento da série sobre os desafios do emprego no estado, realizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais. “A saída para a crise está no aproveitamento do potencial intelectual do estado, que reúne em seu território 43 instituições científicas e tecnológicas, dez universidades estaduais, sete universidades federais, e 147 cursos de graduação nas áreas relacionadas ao setor de saúde, que são vistos como uma vantagem competitiva em relação aos outros estados”, ressaltou a pesquisadora Fernanda Steiner.

  • Cortes no Sistema S impactam qualificação e geração de emprego

    O Rio de Janeiro ocupa há cinco anos a incômoda primeira colocação no ranking nacional de perda de postos de trabalho. A taxa de desemprego no estado já passa dos 14% e atinge quase 1,3 milhão de pessoas, principalmente os mais jovens. Além disso, o estado viu desabar o número de matrículas em cursos profissionalizantes. Das 182.415 matrículas abertas em 2015, restaram 78.646 no ano passado, e a possibilidade de cortes de 40% nas alíquotas de contribuição das entidades do Sistema S pode reduzir ainda mais essas vagas. Os reflexos já são sentidos em áreas estratégicas como TI, que hoje conta com um déficit de 48 mil profissionais no estado. "Caso esse corte de fato aconteça, teremos 134 mil alunos a menos e uma redução de 786 mil atendimentos nos cursos e ações de educação profissional, além de fechamento de postos de trabalho, perda de unidades escolares e polos de educação à distância”, afirmou a diretora de educação profissional do Senac, Wilma Freitas.

  • Gestores devem alinhar oferta de cursos às demandas regionais

    A busca por formas efetivas de unir os bancos de dados de desempregados e de vagas de emprego foi um dos destaques das discussões desta sexta-feira (03/05), no Plenário da Assembleia Legislativa, durante o segundo dia do seminário “Desafios do Emprego no Estado do Rio de Janeiro”. O evento, promovido pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais (SEDEERI), reuniu representantes dos governos federais, estadual, além de apresentação de quatro municípios: São João da Barra, Porto Real, Duque de Caxias e Maricá.

  • "Desafios do emprego": Rio tem 1,3 milhão de desempregados

    A taxa de desemprego no estado do Rio de Janeiro é a maior do Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e atingiu 11,8% da população, em 2018. O número ultrapassa a taxa nacional que é de 11,6%. Esses números foram apresentados na abertura do seminário “Desafios do Emprego no Estado do Rio de Janeiro, Organizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, órgão da Alerj, em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais. O encontro foi realizado nesta segunda-feira (29/04), no Plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e terá apresentações nas três próximas sextas-feiras (dias 3, 10 e 17 de maio), sempre das 10h às 13h. Segundo o coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, o universo de pessoas subutilizadas chama atenção. No Rio de Janeiro 1,7 milhão de pessoas estão desempregadas ou na informalidade. 

  • Educação é apontada como principal ferramenta na promoção de mudanças socioeconômicas no estado

    “Não podemos envelhecer antes de enriquecermos, e para que isso não aconteça, precisamos olhar para os indicadores sociais”. A afirmação foi feita por João Gomes, economista-chefe da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio) durante a apresentação da publicação Rio em Números, elaborada pela entidade com o Instituto Fecomércio RJ de Pesquisas e Análises (IFec), e lançada nesta quarta (27/02), no Plenário da Alerj. O estudo traz uma análise de dados socioeconômicos fluminenses com o intuito de embasar a tomada de decisões e contribuir na elaboração de políticas públicas que impactam no desenvolvimento sustentável do estado.

  • Prazo para implantação do eSocial exige mudanças e planejamento imediatos na administração pública

    A partir de janeiro de 2020, todos os entes da Administração Pública - direta, indireta, fundações e autarquias - terão que fazer mensalmente a transmissão de informações referentes às relações de trabalho e de pagamentos a terceiros para o Governo Federal, por meio do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). O prazo parece ainda distante, mas para a advogada, professora do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC/RJ) e instrutora para o tema de eSocial, Cândida Machado, é preciso começar desde já a mapear gargalos e rever procedimentos a fim de evitar multas por inconsistência ou perda de prazos quando o sistema for implementado. Isso porque, os órgãos públicos compõem o grupo de maior complexidade na transição do eSocial devido aos regimes trabalhistas diferenciados.

  • Agenda de Futuro: Alerj debate propostas e desafios para os próximos anos

     Empenhada em garantir a retomada do crescimento econômico sustentável do Estado, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) reuniu nesta segunda-feira (17/12) políticos atuais e recém-eleitos pelo povo fluminense, além de representantes do setor produtivo e de segmentos estratégicos da sociedade civil. Batizado de “Agenda de Futuro”, o evento, organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Rio, órgão vinculado à Alerj, motivou o presidente em exercício do Parlamento estadual, André Ceciliano (PT), a pautar para votação nas próximas sessões legislativas os projetos de lei 32/15 e 2910/17. O primeiro institui o plano diretor de transportes urbanos, entre outras medidas, enquanto o segundo modifica os parâmetros de cancelamento do Cadastro de Contribuintes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Ambos foram reivindicados durante as discussões promovidas na reunião.

  • Fórum apresenta iniciativas sustentáveis no manejo do lixo

    O conceito lixo zero consiste em aproveitar ao máximo os resíduos e dar a eles um encaminhamento correto. O movimento, presente em vários países do mundo, inclusive no Brasil, tem o intuito de estimular o consumo consciente, mudar hábitos e práticas de vida de forma a incentivar ciclos sustentáveis, onde os materiais são projetados para permitir sua recuperação e uso pós-consumo. Para promover futuras parcerias em torno do tema, o Fórum de Desenvolvimento do Rio organizou nesta sexta (26/10), em parceria com o CEFET-RJ, o evento “Lixo Zero dentro e fora de casa”. Na ocasião, as entidades que compõem o Fórum apresentaram como lidam com a agenda de sustentabilidade em suas instituições. 
     
  • Elaboração da Carta de Serviços ao Cidadão pela gestão púbica é tema de curso na Elerj

    A Carta de Serviços ao Cidadão foi instituída por lei nos órgãos da administração pública estadual e autarquias do estado em 2011 (Lei 6.052). Mesmo após sete anos em vigor, a maioria das instituições ainda desconhece a existência e o propósito da Carta. “Ela é uma ferramenta que permite ao cidadão exercer um controle social sobre suas demandas, cobrando o cumprimento não só dos prazos, mas principalmente da qualidade do serviço prestado,” explicou o professor Luiz Paulo de Lira Moraes, coordenador da Cartão de Serviços ao Cidadão da Caixa, durante o Seminário “Ferramentas de Gestão Pública – Carta de Serviços ao Cidadão”, realizado pela Escola do Legislativo (Elerj) em parceria com o Fórum de Desenvolvimento do Rio, nesta quarta (15/08).

  • Especialistas apresentam ferramentas para incluir Parlamentos na agenda da sustentabilidade

    A data de primeiro de agosto marcou o dia do ano em que a população mundial gastou mais recursos do que o planeta será capaz de repor ao longo de todo 2018. O fato só vem reforçar a concepção de que o consumo desordenado é insustentável, além da necessidade urgente de se estabelecer um desenvolvimento equilibrado para o cumprimento da Agenda 2030. E, para os presentes ao Seminário de Internalização dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável no Parlamento, realizado nesta terça (07/08), na Escola do Legislativo, em parceria com o Fórum de Desenvolvimento do Rio, olhar para as compras realizadas pelos órgãos públicos é um começo interessante para internalizar o conceito de desenvolvimento sustentável.

  • Projeto de governança metropolitana deve ser votado até dezembro

    O projeto de lei complementar (PLC) 10/2015, que cria um sistema de gestão integrada da Região Metropolitana fluminense, deve ser votado pelo plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) até dezembro. A previsão foi feita pelo presidente em exercício da Casa, deputado André Ceciliano (PT), em uma audiência pública realizada nesta quarta-feira (13/06) pelo Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Rio. O objetivo foi receber contribuições de setores da sociedade sobre a proposta, que já recebeu 200 emendas parlamentares.

  • Combate à poluição plástica é debatido na Alerj

    Os oceanos representam 71% da superfície terrestre e respondem por 97% de toda água do planeta. Neles encontram-se uma rica biodiversidade essencial para vida humana. Além de serem responsáveis por boa parte do oxigênio existente, os oceanos também são reguladores climáticos. Com todas essas características é difícil imaginar a vida sem eles. No Dia Mundial dos Oceanos, o Fórum de Desenvolvimento do Rio, em parceria com a Frente Parlamentar Ambientalista da Alerj, celebrou a data com um evento que debateu a poluição ambiental causada pelo plástico. Calcula-se que 8 milhões de toneladas de plástico são despejadas nos mares anualmente. O seminário “Oceanos de Plástico: políticas públicas e práticas sustentáveis” foi realizado nesta sexta (08/06).

  • Para especialistas, internalização e integração são essenciais ao cumprimento da agenda 2030

    Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) fazem parte de uma agenda global, mas a proposta reconhece o fato de que cada região tem desafios específicos a serem enfrentados. Para isso, é preciso que haja uma internalização das metas por meio de uma integração calcada em parcerias entre o governo, empresas e a sociedade civil organizada. A constatação foi feita durante o seminário organizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio nesta quinta (07/06) para debater como incorporar os ODSs à agenda do governo. O evento “Papel do poder público no cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável” foi realizado no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e reuniu representantes dos governos federal e estadual, da iniciativa privada, da sociedade civil e do PNUD.

  • Ações de desburocratização avançam e contribuem para a melhoria do ambiente de negócio no estado

    Mesmo com a crise, o estado do Rio de Janeiro vem sendo vanguarda na construção de propostas para enfrentar a burocracia. A busca pela melhoria do ambiente de negócios vem pautando as ações de diversos municípios fluminenses em prol do desenvolvimento local. A integração entre os órgãos estaduais em um único sistema também é considerada um fator determinante na promoção da agilidade na abertura de empresas. Para sensibilizar os municípios para a necessidade de revisão de processos e redução da burocracia o Fórum de Desenvolvimento do Rio realizou nesta quarta (06/06) no Plenário da Alerj, em parceria com a Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja), o evento “Simplificar para crescer: como a desburocratização impulsiona novos negócios”.

  • Diálogo entre setores tradicionais e emergentes alavanca economia de Nova Friburgo e Região

    Com mais de 182 mil habitantes, Nova Friburgo, cidade da Região Serrana Fluminense, tem na indústria a sua espinha dorsal, responsável por 40% do PIB do município. Os principais setores são os metalmecânico e têxtil. Porém, a economia friburguense vem ganhando destaque com a criação de polos em segmentos emergentes como o da cervejaria artesanal e o audiovisual. A cidade vem dinamizando suas atividades, com exemplos bem-sucedidos de arranjos produtivos locais, que beneficiam toda a região. O diálogo entre os setores tradicionais e emergentes vem proporcionando novas oportunidades. É o caso do plantio de lúpulo na região, que tem se mostrado promissor, unindo a produção agrícola e cervejeira da região. Responsável por dar corpo, aroma e sabor à bebida, o lúpulo utilizado hoje na fabricação das cervejas em todo o país é importado. São cerca de 2.500 toneladas ao ano a um custo de US$35 milhões. Os potenciais econômicos de Nova Friburgo foram debatidos nesta quarta (9/05), no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O seminário “Nova Friburgo 200 anos: potencialidades e agenda para o futuro” foi realizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, órgão da Alerj, em parceria com o deputado Wanderson Nogueira (Psol). O encontro fez parte também da agenda de comemorações do bicentenário da cidade.

  • Políticas públicas voltadas para prevenção são fortes aliadas da economia e qualidade de vida da população

    A adoção de um estilo de vida saudável, com bons hábitos alimentares associados à prática de atividades física, é uma poderosa arma contra inúmeras doenças e deve ser estimulada por meio de políticas públicas. Segundo especialistas, no caso do Brasil, em que o setor saúde é financiado em grande parte por recursos públicos, as medidas preventivas geram também impactos econômicos positivos. A constatação foi feita durante o Seminário "Prevenção, Qualidade de Vida e Sustentabilidade na agenda das políticas públicas", realizado nesta quarta (14/11) no Plenário da Alerj. O evento, organizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, em parceria com a Frente Parlamentar de Enfrentamento ao Câncer, abordou temas como a alimentação saudável e sustentável e a atividade física, além de propostas bem sucedidas no combate ao tabagismo.

  • Fórum e Uerj lançam Caderno de Cultura do Estado do Rio na Alerj

    Como a cultura se manifesta no território fluminense? Para responder a essa pergunta a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), em parceria com o Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Estado, produziu o Caderno de Cultura do Estado. Lançado em formato digital nesta quinta (09/11), durante o Seminário "Cultura e desenvolvimento local: o papel dos municípios", no Salão Nobre da Alerj, a publicação identificou como a cultura está estruturada e espacializada nos 92 municípios do Rio.

  • Mudanças na Lei Federal de Regularização Fundiária e seus impactos para o estado são apresentadas na Alerj

    O Governo Federal lançou em julho o Programa de Regularização Fundiária após a sanção da Lei nº 13.465 (antiga MP 759/2016). O novo marco legal altera os procedimentos de regularização fundiária urbana e rural com o objetivo de modernizar a legislação em vigor. A norma traz inovações como o direito de registro de lajes, comuns em comunidades fluminenses, e dá mais autonomia aos municípios. Em todo o país, espera-se que 150 mil famílias de baixa renda sejam beneficiadas e 460 mil títulos rurais sejam distribuídos. O principal benefício da nova lei é a garantia de mais agilidade no processo de regularização fundiária, segundo o deputado Rafael Picciani (PMDB). 

  • IBGE lança Censo Agropecuário 2017 na Alerj

    A partir de outubro, os recenseadores do IBGE começam a percorrer todas as propriedades rurais para traçar um retrato do campo no país. Estima-se que mais de 5 milhões de estabelecimentos sejam visitados para compor o Censo Agropecuário 2017, que irá coletar informações que servirão de base para estatísticas oficiais. Os dados serão utilizados na elaboração de políticas públicas e investimentos voltados ao setor, responsável por cerca de 25% das riquezas do Brasil. O lançamento do 11º Censo Agro no estado, organizado pelo IBGE em parceria com o Fórum de Desenvolvimento do Rio, aconteceu nesta quinta (28/09), no Plenário da Alerj.

  • Angra 3: cada real investido na usina representaria dois reais a mais no PIB

    Importância da energia nuclear para recuperação do Rio foi tema de seminário na Alerj

    Cada real investido na retomada das obras da usina nuclear de Angra 3, que estão paralisadas, representaria um efeito multiplicador no PIB nacional de duas vezes o que foi gasto. Os dados, que fazem parte de um estudo desenvolvido pela Eletronuclear em parceria com a FGV, foram apresentados no seminário "Contribuição da indústria nuclear para a recuperação econômica fluminense", realizado pelo Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Estado, em parceria com a Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), nesta terça-feira (29/08), no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj).

  • Produtores de laticínios do estado têm reivindicações atendidas pela Alerj

    Representantes da cadeia produtiva láctea do estado que participaram do evento realizado pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, órgão da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quarta (15/03) saíram otimistas do auditório Senador Nelson Carneiro.

  • Iniciativas para reduzir a produção de lixo são discutidas na Alerj

    Práticas internacionais de redução da produção de lixo foram apresentadas no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quinta-feira (27/10), durante 2º Seminário Internacional Conceito Lixo Zero na Prática, promovido pelo Fórum de Desenvolvimento Estratégico do Estado, em parceria com o Instituto Lixo Zero Brasil. Essa é a segunda vez que a Alerj sedia o evento, que este ano contou com palestrantes internacionais.

  • Semana Lixo Zero é lançada na Alerj

    A Semana Lixo Zero foi lançada nesta sexta-feira (21/10) em um evento na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) promovido pelo Fórum de Desenvolvimento do Estado. A campanha acontece entre os dias 21 e 30 de outubro. O lançamento reuniu especialistas no tema e integrantes de ações ambientais em diferentes municípios do estado. Temas como o consumo consciente, descarte de resíduos e reaproveitamento de materiais foram abordados durante a reunião.

    O deputado Thiago Pampolha (PDT), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Alerj, esteve presente, e comentou sobre as contribuições trazidas pela campanha. "Ela vem ao encontro do trabalho que temos realizado na comissão. Queremos mostrar aos gestores públicos e empresas a importância de ter como aliados as cooperativas, buscando produzir o menos de resíduo possível”, afirmou.

  • Bitributação que afeta setor de reciclagem pode virar denúncia a ser encaminhada ao Ministério Público

    O deputado Luiz Paulo (PSDB), presidente da comissão de tributação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), propôs nesta segunda-feira (05/09) em encontro promovido pela Comissão de Tributação e pelo Fórum de Desenvolvimento do Rio, em parceria com o Observatório da Política Nacional de Resíduos Sólidos, elaborar junto com representantes do setor de reciclagem e a defensoria pública federal uma denúncia junto ao Ministério Público. A proposta é que os estados da federação, através do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), assinem um convênio corrigindo a distorção que atinge a produção de material reciclado no Brasil. A cadeia de produção de material reciclado desembolsa R$ 2,6  bilhões por ano para pagar tributos que já foram cobrados na fabricação inicial das mercadorias, segundo estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI). “Se os estados não terminarem com essa bitributação, o Brasil não vai avançar. Temos hoje 12 milhões de desempregados e uma das formas de combater o desemprego é exatamente com a reciclagem e com as cooperativas de catadores”, ressaltou Luiz Paulo. 

  • Prefeitos pedem urgência na aprovação de projeto que adia pagamento de precatórios

    Votar ainda antes do recesso parlamentar o projeto de lei 2055/2016, que adia até o fim do ano o prazo para pagamento dos precatórios por parte dos municípios. Esse foi um dos pedidos feitos por cerca de 30 prefeitos que se reuniram nesta quarta-feira (27/07), no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) para o encontro "Recuperação Econômica dos Municípios Fluminenses", organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro em parceria com a Associação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro (AEMERJ). "Muitos municípios estão vergados sob o peso dos precatórios e não estão conseguindo pagar. Nem os que pagam em regime mensal, e nem os que pagam sob o regime anual. No final do ano também não vão conseguir. Vão deixar isso como restos a pagar num ano em que a Lei de Responsabilidade Fiscal não permite que façamos isso", explica o presidente da  Associação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro (Aemerj), Anderson Zanon, prefeito de Sapucaia, na Região Serrana.

  • Governo planeja licitação para gestão público-privada do saneamento na Baixada e em São Gonçalo

    O governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, está preparando uma licitação para gestão público-privada do saneamento na Baixada Fluminense e em São Gonçalo. A informação foi dada, nesta quinta-feira (21/07) pelo secretário estadual do ambiente, André Corrêa, durante reunião do Fórum de Desenvolvimento da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

  • Descentralização de postos de trabalho na região metropolitana do Rio é defendida na Alerj

    A criação de postos de trabalho na Baixada Fluminense e outros municípios da Região Metropolitana do Rio foi defendida por prefeitos e representantes das 21 cidades da região. As propostas foram apresentadas na terceira audiência publica sobre o Projeto de Lei Complementar (PLC) 10/2015, que determina uma administração integrada das cidades da Região Metropolitana do Rio, promovida pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) na última terça-feira (12/07).

  • Gestão integrada da região metropolitana é debatida na Alerj

    Criar um instrumento para a gestão compartilhada na região Metropolitana do Rio de Janeiro, integrando os 21 municípios e o Governo do Estado para planejar políticas públicas de saneamento, resíduos sólidos e transportes. Este é o objetivo do projeto de lei complementar 10/15, de autoria do Executivo, que foi debatido na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quarta-feira (06/07), com especialistas em planejamento urbano, que defenderam uma ampla participação da sociedade civil na discussão sobre o projeto.